Boticario Pindamonhangaba: Agressão

Fidelidade perdida

A dúvida ainda paira para a Justiça. Teria eu sofrido agressão por parte segurança da Loja franquia Boticário de Pindamonhangaba no dia 23 de dezembro, às vésperas do Natal ou eu bati a cabeça no poste – como declarado pelo segurança? Fui ao IML e mostrei as marcas da suposta agressão ao médico…

Perderam minha fidelidade.

Vamos cair na maquiagem dos fatos ?

As vésperas do ano novo, não estou tão feliz quanto de costume. A Boticário de Pindamonhangaba acabou com meu final de ano e com meu jantar em familia.

Eles também mataram minha fidelidade.

Dizem que o peixe morre pela boca, e acho que o ser humano morre por suas paixões.

Eu, comunicador social em formação e incessante defensor das causas justas, estou vivo, mas não ileso – minha cabeça ainda dói da suposta agressão.

Vamos cair na maquiagem dos fatos ?

Caso

No dia 23 de dezembro de 2009, eu efetuei uma compra de perfume Malbec na Boticário de Pindamonhangaba, relato ter sofrido agressão, prestei boletim de ocorrência e o suposto acusado de agressão ja era procurado pela policia por outro crime.

Detalhes

Cheguei à Boticário, cerca de 18h 25 minutos do dia 23 de dezembro para comprar perfume. Depois de um minuto parado, procurando por um vendedor que pudesse me atender, peguei um frasco do Malbec e me dirigi ao caixa.

Ao ver a situação, uma das vendedoras se antecipou e disse que ia fazer uma « notinha » que seria indispensável para o meu pagamento no caixa. Fui obrigado a deixar o caixa e segui-la até seu bloquinho. A mesma me deu um papel escrito à mão : « Malbec 91 reais » e mandou eu pegar a fila do caixa – que estava com mais cinco pessoas.

Questionei sobre a necesidade de pegar a fila novamente, uma vez que fora retirado da boca do caixa, e pedi a presença do gerente ou responsável pela franquia Boticário. Fui informado que não havia nenhum responsável presente na loja e continuei a insistir, uma vez que achava aquilo um absurdo.

Preocupada com os clientes que ouviam a reclamação, uma outra vendedora veio para resolver o caso, perguntou a forma de pagamento do meu perfume Malbec ( 2x no cartão) e me chamou à máquina do Visa.

Quando terminei de digitar minha senha e pegava o cartão com o comprovante, fui empurrado por uma outra cliente. Acredito que ela sentiu-se lesada por terem passado meu cartão antes dos outros cinco clientes que tinham entrado na fila enquanto eu fazia a tal « notinha ».

No furor do momento, eu chamei a cliente de louca, ela retrucou e começamos uma discussão. Pedi novamente pela gerente e fui novamente informado que eles não tinham gerente (isso existe em loja de franquia ?). Pedi para falar com a pessoa que contratou a vendedora que prestava essa informação e fui chamado de desagradável. Total estratégi de manuenção da fidelidade.

O segurança foi chamado e começou a me empurrar pedindo par que eu me retirasse. Já tendo pago, mas não tendo recebido o Malbec, após apresentá-lo ao caixa, exigi que ele parasse de me empurrar (porque não tinha esse direito) e disse que estava esperando meu perfume para me retirar da loja. O segurança da Boticário ficou irritado com a situação, mas foi obrigado a esperar a entrega do produto.

Me dirigi até a porta da loja, com o segurança ao meu lado e uma vendedora acalmando o mesmo. Quando estava de saida, fui difmado. Ouvi um grito que dizia «ele está drogado». Indignado, gritei « drogado o caralho » e tentei me virar para olhar o interior da loja. O segurança, que estava ainda ao meu lado, aproveitando-se do giro, teria me dado um tabefe no rosto, entre a orelha e o pescoço. Como estava ainda dentro, mas na porta da loja, o perfume Malbec caiu para dentro e eu cai para fora, quase em cima de uma idosa que passava.

Minha primeira reação foi atravessar a rua, em direção à praça principal da cidade para fugir do suposto agressor e procurar algum policial.

O segurança Boticário de Pindamonhangaba me perseguiu pela praça, com um pacote na mão que ele dizia ser o perfume Malbec .Acredito que, tendo percebido o erro, o segurança tentou se livrar do perfume Malbec antes que eu chamasse a policia, uma vez que o mesmo ja era procurado por outro crime.Corri dizendo que só pegaria na presença da Policia.

Chamei a PM e liguei para meu pai. Meu pai chegou primeiro, se inteirou dos fatos e ligou novamente para a PM, pois eu estava em choque.

Coincidentemente uma viatura passou, meu pai abordou-a e o policial nos acompanhou até a loja. Recuperei o perfume Malbec e fomos todos à Delegacia de Policia.

Dei queixa e contei a historia acima – como é sabido, não poderia faze-lo se estivesse sob o uso de entorpecentes.

O acusado alega que eu estava exaltado, usando termos de baixo calão, por algum motivo ocorido dentro la loja, então ele pediu para eu me retirar e eu sai correndo e gritando «  vai se foder porque meu pai é policial ». Segundo o mesmo segurança, eu bati a cabeça no poste enquanto corria de costas.

Ele disse que pode apresentar testemunhas.

Vamos cair na maquiagem dos fatos ?

Fatos

1) Meu pai não é policial.

2) Minha orelha e pescoço ficaram vermelhos, o proprio policial viu. Para uma batida no poste causar a vermelhidão no pescoço e na orelha, eu teria que encaixara parte entre do pecoço entre o ombro e a orelha e ainda ter batido a orelha simultaneamente.

3) A funcionária que teria me chamado de desagradável pode estar pensando em servir de falsa testemunha, assim como suas colegas, por meio de uma espécie de solidarismo corporativo.

4) Como sai correndo da loja, e portanto não consegui arrecadar testemunhas oculares. Vou tentar localizar a senhora sobre a qual quase cai em cima.

5) Sai correndo e deixei o perfume Malbec ?

Negligência

O segurança da Loja franquia Boticário de Pindamonhangaba era procurado pela policia, com mandado expedido em 28/05/2009 – segundo ressaltado no B.O, de tal forma que foi encaminhado do delegacia de Pindamonhagaba à cadeia pública de Taubaté.

Como a Boticário poderia aceitar um individuo como segurança em tais condições ?

O B.O. e o corpo de delito são meus primeiros passos!

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